Os Evangelizadores Do Pão

Os Evangelizadores Do Pão

Os Evangelizadores Do Pão 1

Uma nova geração de padeiros de qualidade e está revolucionando o setor do pão em Madrid. Têm entre trinta e sete e cinquenta e cinco anos. Estudos universitários. São físicos, historiadores, designers, jornalistas ou filósofos e nenhum havia trabalhado antes numa padaria. Realizam pão em casa.

Por hobby. Leram sites pela web. Pesquisamos. Só por “carinho ao pão”. Seus amigos se diziam quando provavam: “Ei, Você, E um dia, em vários casos, no início da decadência, por sobrevivência, por se reinventar, por “fazer excelente pão pra nós”, se jogaram. Deixaram seus trabalhos e se formaram com os mais recomendados profissionais do estrangeiro, que abriram suas portas. Em Portugal tinha uma espécie de receio nas padarias tradicionais pra aconselhar, além de que a procura de celeridade, o barateamento das barras e da grande realização havia desvirtuado a peculiaridade do objeto.

  • E por que ninguém as leva a cabo
  • Título XIV, das reformas constitucionais
  • Ing. Pedro Aguayo Cubillo (1968-1972)
  • Cervejarias Artesanais
  • Vapor de água
  • 02 horas. Barnett: “O Manchester United e Luke Shaw se amam”
  • 2 Cultura mexicana em Portugal
  • 1 Chapéus 6.1.Um Hacker de chapéu branco

“eu Me apaixonei desta maneira, por causa de eu poderia fazer pão em minha moradia sem ter nem ao menos puta idéia e o pão da padaria que havia debaixo de minha casa era feito por 20 profissionais, e era uma merda”. Quem o diz é Javier Marca, dono da padaria do Pânico, que produz quatrocentos quilos de pão por dia e tem quase tudo comercializado previamente.

Há que reservá-lo. E se não, fazer fila em sua loja de Conde Duque e jugársela pra que em vez de pão para lhe oferecer abóboras. A maioria destas padarias de primeira geração-lhes acontece o mesmo. Vendem de tudo. Foram construídas dezenas de empregos, todavia não crescem mais por causa de não querem.

a Sua essência se desfez como um azucarillo em água. “Deixaria de ser artesãos”, dizem. Aí reside uma de tuas chaves. Ser artesãos. Fazer pão, como o faziam os seus avós. Farinha e água pra massa mãe, e tempo pra que as fermentações são lentas. Tão fácil. Tão complexo.

Trabalham com mais de 15 farinhas, a maioria ecológicas. Deixam fermentar o pão, às vezes, até 18 horas. O estimulam. “As pessoas que querem fazer dinheiro, não há bom pão, visto que o faz rapidamente”, garantem. Em suas oficinas são ministradas oficinas. Divulgam o que sabem. O padeiro Moncho López (Fermento Mãe) joga com a massa mãe que faz o seu pão. Recuperar o pão artesão.

Globalizar suas receitas. Javier vai mais além. Diz que querem “evangelizar”: “as pessoas a Comentar do pão; manifestar-lhes: tomai, ‘isso o que você podes fazer em residência'”. “Se toda humanidade começa a fazer agradável pão em moradia, o pão de mau vai à merda”, reflete Javier, que, em 2008, trabalhava como designer editorial em inúmeras revistas.

Levava mais de vinte anos na profissão. Gostava. Era agradável. “Naquele ano foi o começo da recessão e as revistas foram as primeiras a doar o hostión”. Existe um ano, criou seu espaço. São 5 pessoas. “A chave é o tempo”, garante.

Os bons ingredientes ajudam, sim, “porém que tenha um Ferrari não significa que vai obter”. Daí a necessidade do tempo. Como fazem falta farinhas biológicas? “Não obrigatoriamente, contudo acrescentam sabor”. A essência de todo o método é a massa mãe. A mãe do cordeiro.

“É farinha e água, que fermenta única, a farinha neste instante é o crucial para que o pão fermente. O tempo faz com que as bactérias trabalham e produzem ácidos orgânicos, que são os que dão o sabor”. É o pão de toda a vida.