“O Projeto Conseguirá Automatizar As Fábricas Com Algoritmos”

“O Projeto Conseguirá Automatizar As Fábricas Com Algoritmos”

"O Projeto Conseguirá Automatizar As Fábricas Com Algoritmos" 1

“Tudo terá de ser desenvolvido em um pc”. E no momento em que diz “tudo” é tudo. A partir de um utensílio a uma proteína, passando por um edifício, um video ou uma peça industrial. A corporação que preside e dirige Andrew Anagnost neste momento o está a fazer.

Mas quer comparecer mais remoto. Além do descomplicado desenho, do ‘status quo’ e, inclusive, de teu produto estrela, o chata AutoCAD. Autodesk quer transformar o projeto no motor de automação industrial. E vai por um prazeroso caminho. Anagnost recebe INOVADORES, durante uma de suas visitas regulares ao escritório de Barcelona.

Existe um par de anos que a multinacional escolheu Portugal como epicentro do teu negócio pela Europa e, desde dessa maneira, a equipe não fez mais do que amadurecer. Anagnost se deita as mãos à cabeça quando fala da construção.

“Não apenas desperdiça 30% de cada projeto, porém o que é o setor menos digitalizado do universo, por debaixo da agricultura e da caça”, adverte. Continua: “É incrivelmente ineficiente e insustentável”. A solução passa, obrigatoriamente, pela digitalização. Mas não é desta maneira, tal e qual, no entanto tentando se parecer mais com a fabricação.

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  • Zemanser 03:03 4 ago, 2004 (CEST)

“Nós gostamos de chamar este fenômeno de convergência entre a construção e a elaboração”. A Autodesk está nesse lugar a tua posição natural, o teu software é tão utilizado por arquitetos ou engenheiros civis como por engenheiros mecânicos e designers de item. “Nos próximos dez anos veremos edifícios fabricados do mesmo modo que hoje se fabrica um ‘celular'”, reconhece.

Tudo começa, continua e termina com um paradigma 3D no micro computador. “, explica. Não é de admirar que essa representação digital se torne a “apoio” de um procedimento de fabricação com “uma precisão muito alta, muito poucas perdas e uma cadeia de suprimento controlado”. Contudo, os edifícios não estão desenvolvendo.

“A maioria dos processos ainda se baseia em desenhos”, lembra. “, adiciona. Se a construção quer assimilar a indústria, tem que começar por modelos digitais. Os edifícios precisam ser algo mais do que um ambiente para acomodar as pessoas, devem ser lugares eficientes, habitáveis e sustentáveis.

“. Sua corporação está avançando neste caminho com o chamado projeto generativa, onde o software dá múltiplas probabilidades para o designer, para que esse tome decisões melhores. “Os dias de trabalhar com desenhos em 2D, a construção acabou”.

contudo, Anagnost lamenta que muita gente não entenda a mensagem, em especial, os “governos”. “Porque eles vão ter que reconstruir todos os seus processos”, diz. “Mas se não o fizerem, vão permanecer para trás”. Pro responsável da Autodesk, “o ecossistema vai nos atrasar”. “Esse será um dos grandes desafios”. A outra vasto tendência a que faz referência Anagnost é a conexão entre o projeto e o processo produtivo. “Hoje há pessoas que projeta e outra que pensa em como fazer este projeto em realidade”, comenta. Mas a tecnologia está reduzindo a “fricção” entre essas fases, até nesta ocasião independentes.