Jorge Piatigorsky E Debora Vilalba

Jorge Piatigorsky E Debora Vilalba

Jorge Piatigorsky E Debora Vilalba 1

A projeção é um dispositivo de defesa que o sujeito atribui a novas pessoas as próprias virtudes ou defeitos, até mesmo tuas deficiências. No caso da projeção negativa, ela opera em ocorrências de combate emocional ou ameaças de origem interna ou externa, atribuindo a algumas pessoas ou coisas, os sentimentos, impulsos ou pensamentos próprios que são inaceitáveis pro sujeito.

desta forma, se “projetam” os sentimentos, pensamentos ou desejos que não param de ser aceite como próprios já que geram amargura ou tristeza, direcionando pra qualquer coisa ou alguém e atribuyéndolos totalmente a este utensílio externo. Por esta rua, a defesa psíquica consegue pôr esses conteúdos ameaçadores do lado de fora. Por sua fração, a projeção positiva se dá quando o sujeito atribui a outra pessoa as qualidades dignas de serem perplexas, envidiadas ou amadas; além disso, é um componente comum —e até necessário— no processo do estudo.

O tipo de projeção que o sujeito dependerá de sua suporte psíquica e a introjeção, que faça de si mesmo e sua autopercepção. Como tal, está presente em todas as estruturas psíquicas (na psicose, a neurose e a perversão). Portanto, de forma atenuada, opera assim como em certas formas de raciocínio completamente normais da existência cotidiana. Com freqüência é usado bem como o termo como sinônimo de outro conceito psicanalítico de transferência.

Desde o ponto de visibilidade gnoseológico, no ato de perceber se apresenta uma relação entre um sujeito e um equipamento. O sujeito é o centro ou extremo cognoscente e o utensílio é o contraposto, o instrumento famoso. Se em uma estabelecida geração de adorno entendemos que o que predomina é o equipamento a respeito do sujeito, estamos dentro de uma localização filosófica materialista. E por outro lado, se em uma epistemologia diz-se que o que gravita é o sujeito, ou o “posto” pelo sujeito, o saber, nós nos definimos por uma posição idealista.

O materialismo e idealismo filosóficos não são matéria nesse postagem. A digressão se faz, pelo motivo de é preciso para esclarecer como tem êxito este equipamento de defesa. Os limites entre o sujeito e o material, não estão marcados com clareza ou de forma restrita. Com freqüência, na vida cotidiana, ou artística, fragmentos inteiros da vida subjetiva, são postos lado de fora, o que constituiria uma forma de projeção.

por esse significado é que falava o ginebrino Henri-Frédéric Amiel que uma paisagem é um estado da alma” (Diário íntimo). O método retórico poético da “personificação” constitui também um justificado modo projetivo que é executado fora da psicopatologia. O poeta não diz “eu estou desgostoso”, todavia “árvore que chora a amargura de meus amores perdidos”. O próprio, é posto fora. Não é o próprio pânico que assusta, contudo “a escuridão da noite perigosa que / esconde a partir da via”. Não é a ondulação do mar, o que produz ruído, mas, em uma personificação, é “quem suspira, como eu, pelo abandono a que ela me submeteu”.

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O verbo é uma adjudicação de personalização projetiva, e o advérbio “como” introduz um mecanismo retórico que é chamado de “comparação”. O anterior é um modelo de que a dicotomia sujeito-material não delimita as coisas de modo claro. O externo e o interno se misturam de forma num impasse, com liberdade de desejo. No domínio da psicopatologia, o delírio é a apresentação do lado de fora de alguma coisa interno. O tema parece que abstruso, contudo o aparelho consiste justamente em que isso é perigoso —que está dentro— é posto no exterior, como perseguição, ameaçador ou que causa horror. Pro sujeito, os pensamentos, desejos, hábitos, atitudes, sentimentos prolongados ou momentâneas, ideais ou esperanças, como essa de as habilidades que configuram um universo que lhe é próprio.

então, o “mundo” poderá ser uma configuração que projetamos continuamente. Desde a vertente filosófica, este tipo de situações têm sido analisadas pela abordagem existencial, de modo especial por Martin Heidegger, que confere a este método “pragmático” e conformador do universo um matiz ontológico.