Haverá Uma Lei De Conciliação Em 2019?

Haverá Uma Lei De Conciliação Em 2019?

Haverá Uma Lei De Conciliação Em 2019? 1

Licenciada em Correto na Instituição de Barcelona e doutor em administração de Organizações na instituição de negócios IESE, é uma das poucas mulheres que se infiltra na relação dos melhores diretores de Espanha. Nascido em Barcelona em 1960, é palestrante regular em universidades europeias e americanas e seu discurso após o cavalete vem de seus expressões como conciliação e maleabilidade de horário.

A consciência de que a sua mensagem é politicamente incorreto, adianta que chegam novos tempos para os quais é necessária uma abertura de visibilidade. Como classifica a Portugal em matéria de conciliação? Com um 5. No momento em que começamos a tentar a conciliação em 1999, ninguém se atrevia a comentar sobre o assunto. Hoje temos “quebrado rocha” e vencemos a época de sensibilização, onde estamos em um 7-8; contudo, pela prática, estamos pior.

A conciliação é uma eficiência de liderança. No fundo, é saber viver, e pra liderar outros, a primeira coisa que devia saber é liderarse a si mesmo. A corporação sabe que, ou assistência a que as pessoas concilie tua vida, ou a perde. É uma visão deturpada refletir que vai reter funcionários produtivos se você não está permitindo que todos tenham vida após o trabalho.

E isso significa que eles tenham tempo e energia suficientes para fazer a vida ao sair do escritório. De quem é maioritariamente a culpa deste 5? É um tópico com múltiplas causas. Pela porção política, não temos em Portugal a perspectiva de família para legislar. E se não o fizermos, não se constrói a nação.

  • Bierman, H. S. e L. Fernández, Game Theory with economic applications, Addison-Wesley, 1998
  • dezoito caminhonetes Ford Ranger 4×4
  • seis Super Che
  • Cura para cada doença / H. I. V
  • Aceitar avaliações diferentes
  • O de poupadores

Faz tempo que pedimos um Ministério de Família. Investimos pela família da metade do percentual do PIB do que na Europa. O Governo assistência as famílias no momento em que têm problemas, mas não as apoia pra que tenham filhos e ser educados melhor. Assim como tem que ver que o empregador: a lei que protege os contratos com as mães até os 12 anos de idade do filho é uma aberração, um bumerangue contra as mulheres grávidas ou as que podem vir a estar grávida.

Isso tem levado as organizações a recusar-se a ceder tempos parciais, no momento em que a mulher pede uma redução de jornada, ao invés de ajudar a uma cultura proniños, como em França. Necessita revirar na legislação trabalhista. Além disso, a eficácia visibilidade de modo incorreto está levando o empresário a cegueira: não vê o que deixa de ganhar flexibilizando o horário.