Gross, Dominik (2019), Blessing Or Maldição?

Gross, Dominik (2019), Blessing Or Maldição?

Gross, Dominik (2019), Blessing Or Maldição? 1

Um implante cerebral, denominado como implante neural, é um mecanismo tecnológico que se conecta diretamente ao cérebro de um sujeito biológico —geralmente é posicionado na superfície do cérebro, ou ligado ao córtex cerebral—. Um objectivo comum dos implantes cerebrais modernos e de pesquisa atual é desenvolver uma prótese mecânica que permita substituir zonas do cérebro que tornaram-se disfuncionais em razão de ferimentos na cabeça ou acidentes vasculares cerebrais.

Isto adiciona a substituição sensorial, tendo como exemplo, a visão. Outros implantes cerebrais foram usados em experimentos com animais simplesmente pra marcar a atividade cerebral, por razões científicas. Alguns implantes cerebrais exigem a construção de interfaces entre sistemas neurais e chips de pcs.

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Este tema faz cota de um campo de investigação mais grande chamado interfaces cérebro-pc. A técnica de bloqueio é chamado de bloqueio intra-abdominal vagal. Isso só poderá ser feito quando as associações funcionais dessas células são aproximadamente conhecidas. As investigações sobre a substituição sensorial têm avançado nos últimos anos.

sobretudo no que diz respeito à visão, devido ao conhecimento do funcionamento do sistema visual, os implantes oculares (frequentemente com alguns implantes cerebrais ou de fiscalização) foram aplicadas com sucesso comprovado. Pra audição, os implantes cocleares são usados pra impulsionar diretamente o nervo auditivo.

O nervo vestibulococlear é fração do sistema nervoso periférico, entretanto a interface é semelhante à dos implantes no cérebro verdadeiros. Vários projetos têm demonstrado sucesso pela gravação das atividades cerebrais dos animais durante longos períodos de tempo.

30 dias e gravações consistentes durante mais de 3 anos, mediante o exercício de melhores eletrodos. Os eletrodos “alfinete” eram feitos de irídio puro e isolados com Parylene-C, equipamentos que são utilizados atualmente na matriz ciberkinética de Utah. FMAs de MicroProbe que surgiram da colaboração em projectos de prótese visual entre Phil Troyk, David Bradley, e Bak Martin.

Outros grupos de laboratório produzem os seus próprios implantes pra fornecer capacidades não acessíveis nos produtos comerciais. Utah em um ser humano pra sinalização em dois sentidos. Atualmente, um número de grupos estão realizando implantes preliminares de próteses motoras em seres humanos.

Estes estudos encontram-se actualmente limitados a uns poucos meses graças a da longevidade dos implantes. Os marcapassos cerebrais têm estado em emprego desde 1997 para aliviar os sintomas de doenças como a epilepsia, a doença de Parkinson, distonia e a depressão recente.

Os implantes cerebrais atuais são feitos de uma multiplicidade de equipamentos por exemplo o tungstênio, silício, platina-irídio, ou até mesmo de aço inoxidável. Os implantes cerebrais futuros poderão fazer uso de equipamentos mais exóticos, tais como fibras de carbono, em escala nanométrica (nanotubos) e uretano policarbonato.

Em 1870, Eduard Hitzig e Gustav Fritsch demonstraram que a estimulação elétrica do cérebro dos cães poderia gerar movimentos. Uma série de significativas pesquisas realizadas durante a década de 1950. Robert G. Heath experimentou com doentes mentais agressivos, com o intuito de influenciar os estados de ânimo de esses por meio da estimulação elétrica. Na Universidade de Yale, o fisiologista José Rodríguez Delgado demonstrou o controlo restrito de comportamentos em tão alto grau de animais como de humanos usando a estimulação eletrônica.