Amanda Seyfried: “Tomo Antidepressivos E Não Vejo Por Que Teria Que Escondê-Lo”

Amanda Seyfried: “Tomo Antidepressivos E Não Vejo Por Que Teria Que Escondê-Lo”

Amanda Seyfried: "Tomo Antidepressivos E Não Vejo Por Que Teria Que Escondê-Lo" 1

Amanda Seyfried (1983) prefere as terras de sua fazenda de Stone Ridge, um povo zen e camponês no meio do nada, a duas horas ao norte de Nova York, as praias e o ‘glamour’ de Los Angeles. Um recinto campestre que pode recordar o de ‘Twin Peaks’ se a mente sem limites de David Lynch não tivesse enchido este público maldito que idealizou de personagens inquietantes. A atriz é uma das algumas caras conhecidas que se consagram pela terceira temporada dessa série de culto. No decorrer do encontro em Nova York, está impaciente e pergunta constantemente por Thomas.

O que mais chama a atenção de Amanda Seyfried são seus incríveis olhos, inúmeros, uma das explicações pro teu sucesso em Hollywood. Sempre sonhou em ser atriz, entretanto nada a predestinaba a isso. Seu pai é farmacêutico e tua mãe, médico; teve uma infância banal em Allentwon (uma cidade operária que nesta hora já votou em massa a Trump). Menina fazia tuas experiências pela sala de moradia e guarda boas lembranças desta data: “Recebi muito amor de meus pais e me entendia-se muitíssimo com a minha irmã”.

os onze anos, a todo o momento com a bênção familiar, brincando de ser paradigma e recebia aulas de canto. Pouco depois chegaria o teu primeiro papel em uma série de televisão, ao completar os 15. Mas prontamente dessa maneira a angústia lhe carcomía: durante este verão apenas conciliou o sono. Mas, não o impediu de fazer carreira em Hollywood, no início, com papéis de lolita, especialmente em ‘Lovelace’, onde interpretava uma estrela do pornô.

Embora tenha seus pequenos segredos pra se proteger da preocupação, dia de dezembro de 2012 chegou prejudicada a mítica emissão de televisão humorística de David Letterman. Pouco antes de começar o programa, tentou a sua recessão de pânico com uísque.

Má decisão. O apresentador se divertiu com as suas respostas, desinibidas e finalizou perguntando se ele estava bêbado. E ela confessou que sim. A entrevista acabou, alegremente, com uma garrafa de Jameson, diante de um público estupefato. Uma situação agradável, mas nada recomendável com espectadores que olham de soslaio para os que bebem, essencialmente se são mulheres e têm menos de trinta anos.

Ademais, se dava pontapés com a justificativa por que estava no show de Letterman: a promoção de ‘Os Miseráveis’, um filme de amplo orçamento pra nada cômica. Quando saiu do estúdio, Amanda tomou a decisão de recorrer a um psicólogo. Hoje, casada, com uma filha e retirada na sua fazenda, garante que tenham terminado as suas excentricidades. De fato, não hesita em sobressair que tua receita mágica pra ter tudo controlado, leva o nome de um antidepressivo.

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Amanda Seyfried costumava relatar que “em Hollywood é acessível encontrar homens, porém complicado desenvolver uma ligação”. Ela conseguiu o medicamento natural mais capaz em Thomas Sadoski, que ele conheceu nos palcos da Broadway, há 2 anos. Ambos interpretavam o drama romântico “The Way We Get’, de Neil LaBute, uma obra que aterrorizante a Amanda em razão de devia estar uma hora e meia no palco sozinha com a tua contraparte (Sadoski). A atriz descreve a tua conexão como “igualitária. Me tranqüiliza e, ao mesmo tempo, me fornece forças”.

Namoro, casamento secreta e maternidade. Amanda sente que, em conclusão, encontrou-se a si mesma. A prova é que se está libertando dos reatores, em tal grau emocionais como físicos, de que até nesta hora a mantinham ancorada no passado. No decorrer da gravidez, sempre que novas mães tivessem apressado pra pintar o quarto se preparando para a chegada de seu menino, Amanda Seyfried acumulou filmagens.

Assim, no que resta de ano e começo de 2018, ninguém se esquecerá dela por causa de o teu nome aparecerá na tela, sem descanso. Assim é o ‘eau de parfum’ Live Irrésistible Délicieuse, de Givenchy, um aroma floral de rosas e flor de laranjeira com notas doces de madalena, amêndoa e fava tonka. Na campanha, Amanda Seyfried percorre os locais conhecidos de Paris. Para a atriz, esse perfume é “uma chamada para as mulheres adolescentes, tenham firmeza em si mesmas, alguma coisa muito simples de esquecer”.

Ele estudou na Academia Black River e, posteriormente, a de St. Johnsbury, antes de ingressar no Amherst College, em que destacou-se como orador, entrou para a fraternidade Phi Gamma Delta e do que é graduado cum laude. Ele influenciou intensamente o professor de filosofia Charles Edward Garman, um místico congregacionalista e neohegeliano.