A última Sobrevivente

A última Sobrevivente

A última Sobrevivente 1

O dia mais alongado de tua existência. Passaram 10 anos. Alguns a têm chamado a década de Bin Laden. O 11 de setembro de 2001, alterou o curso da história. A Genelle Guzman-lhe mudou a existência. Ela, que hoje tem quarenta anos, é uma destas pessoas que poderá dizer, sem exageros nem sequer eufemismos, que voltou a nascer por entre os escombros das Torres Gêmeas de Nova York.

No momento em que abre a porta de tua moradia, em um bairro residencial de Long Island, em teu rosto reflete a surpresa. Aguardava por eles mais tarde. A pote logo, estabelece-se uma mulher energética, de sorriso acolhedor, luminoso. No seu andar não sentiu nem ao menos observa-se que, como mal pequeno, esteve com a intenção de perder a perna direita, que só depois de 4 operações conseguiu impossibilitar a amputação e recuperar a normalidade. Ainda tenho um tempo.

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  • 4 Primeira Junta de Governo
  • O Raio muda o gramado por um spa
  • Por incumprimento das maiorias exigidas
  • três Neolítico urbano 3.Um Hongshan

diz, como se tivesse que defender por a febre de pontualidade que lhes foi dado aos 2 jornalistas que, com marcação prévia, se deslocaram até lá pra invadir a privacidade. À iluminação do crepúsculo, o jardim parece cuidado. A grama cortada. As árvores, acicalados.

Nada mais atravessar o limiar fronteira-se um discreto crucifixo pendurado pela parede. Esse detalhe tão usual na cultura cristã há um jogo de contrastes com a tela em que você vê tudo o que ocorre no exterior. Este é outro símbolo, que fala de outra cultura. No momento em que ela desaparece, o papel de anfitriã o faz Kaydi com maestria e competência de sobra. “O que eu mais amo são as matemáticas e as ciências”, comenta durante o tempo que deixa constância de uma boca, ainda desdentada, em construção. “Eu tenho 7 anos e irei fazer o terceiro grau”. Kaydi desaparece. Pela mesa ao lado do sofá, há uma placa comemorativa “a valentia e a potência”. A guria reaparece. Leva pendurada do teu pescoço uma guitarra de brinquedo.

o Que você gosta de tocar guitarra? Assim aparece Roger em cena. “, exclama a moça, que se abraça ao recém-chegado. “Irei cumprimentar as minhas criancinhas”, é a desculpa dele. Desta forma é o mundo de Genelle. “Eu olho pra Kaydi e Kellie e eu acordo cada dia do onze de setembro.

Elas não estariam nesse lugar se…”. Genelle Guzman figura como uma das ocupantes de das Torres Gêmeas de 110 andares cada uma, aquela lúgubre data em que os Estados unidos descobriu a tua vulnerabilidade na sua própria moradia. Era uma das 14.154 pessoas que deveriam estar trabalhando ou de uma visita de serviço no interior dos edifícios de um e 2 do World Trade Center (WTC) quando aconteceu o ataque com 2 aviões comerciais.

No caso de ambos os ruídos elétricos, muito poucos sobreviveram de quantos ficavam em seus interiores. Foi uma tragédia de vivos e mortos, com muito poucos feridos. Escassamente meia dúzia foram resgatados com existência das ruínas do empório econômico. Genelle Guzman passou a crônica como a última sobrevivente tirada de entre os escombros, enterrado em existência durante 27 horas. “No momento em que eu ouço estas palavras, sinto o estupor de que não havia mais ninguém depois de mim”.

Pela véspera do décimo aniversário, por esse mês de agosto, foi publicado um relato a respeito de sua experiência, Angel In The Rubble -um anjo nos escombros- (Howard Books-Simon & Schuster). O título faz referência ao misterioso protagonista -Paul – que, segundo ela, lhe estendeu a mão, honrado no momento em que os salvadores estavam com o foco de ceder com ela. “Paul teve de ser meu anjo”, ele insiste.