A Maquiagem Da Política, Por Màrius Carol

A Maquiagem Da Política, Por Màrius Carol

A Maquiagem Da Política, Por Màrius Carol 1

Cuida de tua imagem como um dos poucos políticos. Isso não justifica que Emmanuel Macron se gastara em maquiagem 26.000 euros em somente 3 meses. A rentrée política francesa é apaixonante. Macron tem anotada em sua agenda uma frase que você ouviu Nicolas Sarkozy: “O que não fazer em julho, não o farás em dezembro, porque o tempo não espera”.

E os franceses têm pressa. Quase tanta como o terror das reformas. Macron é hoje um político com imagem melhor fora do que dentro da França. O que sempre é um defeito, uma vez que para se manter no poder há que ser uma mistura tem de homem de Estado e gosta de de chaves.

  • “Welcome to Burlesque “Tango” – A Banda
  • As 14 técnicas que ajudarão você a maquillarte como uma profissional
  • Miss Colômbia foi Miss Mundo durante cinco minutos por um erro
  • Cinema, TELEVISÃO, fotografia, teatro, revistas e passarelas
  • A criancinha que se disfarçava

Pra terminar, desejamos ampliar que identicamente essencial é saber escolher a base, como escolher o modo de aplicação indicado. Pincel: maravilhoso pra bases líquidas e em pó. Esponja: pra produtos líquidos ou cremosos. O excelente é que não deixam listras, contudo uma superfície uniforme e natural, deixando uma pele perfeita.

O péssimo é que desperdiça cota do item. O ideal seria ampliar a apoio com a broncha, e, posteriormente, mesclar e realçar tudo com uma esponja. Mãos ou dedos: sublime para um BB Creme. O artefato é aquecido com as mãos e auxílio a unir-se com a pele. ¡Obrigação de lavar as mãos!

Desde quando me conhece, não caiu por sorte teu pelotão defendendo Atocha, há várias semanas? Direito, entretanto são os comandos que me encomendaram ao senhor. Como estes soldados invisíveis merecedores de condecorações? Responda-me quando é que tens visto a um e não a sua palavra – ele me respondeu com uma risada. Nos dirigimos pra fora, descrevendo daquele último justas. Caravanas de feridos fugiam ao nosso redor.

Ali. Tenho visto uma antes – argumentou o sargento com voz fica. A poucos metros havia um sulco longo, que acabava em um monte de terra levantada. Não temas, vamos vê-lo. Conforme se aproxima de nós, as lanternas iluminavam o projétil. Era de metal branco, e parecia não ter estourado.

Ilumina. Tinha umas fendas. Algo se movia em seu interior, parecia cabeluda. Sargento, uma vítima. Aquilo se moveu, e com um crocitar, o que parecia ser um milhar de ratos pretos e aladas, voou pra nós. Não, cara, 2. E não podíamos receber.

Ela seguia com interesse o funeral. O padre glosaba o morto lembrança de seu amantíssimo marido no momento em que o celular piscou tua mensagem anónimo: “ainda estou vivo”. E ela se mofó em voz alta de tua última mentira antes de desligá-lo. As pessoas pensaram que eu estava louca de dor, porém não há terror mais correto que o riso a destiempo.